domingo, 2 de janeiro de 2011

Plenitude

Diante de tantos esforços.
Com o peito apertado e dilacerando os meus ossos.
Caminhando sobre esse chão que longe fica.
O vento cortando os ombros sobre pensamentos que pela pele transpira.
Queima o corpo o suor ao longo do meu caminhar.

Deixo para traz rastros que se apagam em segundos.
Sobre sombras que não me escondem.
Deixo-me ao longo do caminho.
Repousando como pássaro a beira do ninho.
Em um sono forte que me embriaga.

Cujo qual não me trouxe descanso.
Despedaço o muro da fraqueza.
Queimo todas as minhas incertezas.
Justifico e não agrado a minha pureza.

Sou a fênix de fogo sobre seus olhos.
Vou rasgando o céu e marcando meu caminho.
Despedaço e acabo com meus inimigos.
Se existe ou não que se dane o destino.

Sou o vento que passa por cima das montanhas.
Vou sem pressa e usando minhas artimanhas.
Porem deixa-me ao longo do caminho.
Repousando como pássaro a beira do ninho.
Em um sono forte que me fortalece.
Cujo qual me trouxe plenitude.

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