sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Madame Gourmet

Capitulo 2 – Prelúdios


Já são 21h30min da noite.
Madame Gourmet observa cada pessoa que avista.
E olhando uma moça mal vestida ela logo critica.
‘’meu restaurante nunca foi tão mal freqüentado’’
E o tempo vai passando e o garçom ouvido seus resmungos logo diz meio atordoado.
- Madame já são 22:00 e seu presente ainda não chegou.
E madame responde.
-Pois espere alguns minutos, pois em tantas noites nenhum me decepcionou.
Então passado alguns minutos um moço acompanhado de seu amigo entra no restaurante. Gourmet observa-o a cada instante.
Um moço alto, moreno elegante.
Gourmet começa seu jogo de sedução.
A cada segundo olha diretamente nos olhos do rapaz.
Que agora esta incapaz de respirar.
Pois já está hipnotizado pela dama espanhola.
Tão fascinado esquece ate a hora.
Então o mesmo se levanta se despede de seu amigo.
Mas pouco antes de sair um garçom entrega-lhe um bilhete.
Um recado apaixonado de Madame Gourmet que diz.
 ‘’siga as instruções do garçom, te espero na minha adega bem aqui no porão’’
O moço confuso pensa... ’’devo ir ou não?’’
E o garçom diz.
-rapaz dessa as escadas Gourmet te espera logo por ali.
Então o rapaz desses sem demora.
E pensa consigo... Quer saber, Hoje vou me dar bem com aquela bela espanhola.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Madame gourmet

Capitulo 1- retrato delicado

Tão doce em todos os detalhes.
Lábios carnudos corpo robusto.
Delicada e sedutora ao extremo.
Madame Gourmet assim ela é chamada.
Mulher de origem espanhola.
Apreciadora de vinhos bebe a qualquer hora.
Dona de um restaurante de classe.
Usa-se um batom leve que se destaca em sua face.
Uma mulher misteriosa que guarda muitos segredos.
Que também por fim tem muitos desejos.
Porem todo sábado para ela é um ritual.
Algo enigmático os atrai.
Algo que envolve o lado pessoal.
Mas por que será que as pessoas cochicham aos cantos sobre ela?
O que será que ela tem de diferente?
Um caso duvidoso que confundira nossas mentes.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Mensageiro

Conforme o conforto dos seus passos.
Conforme a cor do seu sangue.
Depois de certa altura.
Não me importo com nada que me zangue.

Levo má noticias.
Levo boa nova.
Mas sigo pasmo.
Olhando o horizonte em outrora.

‘’homem... Porque matares teus irmãos?’’
A guerra fez em minhas mãos.
Cartas de sangue a quem tem esperança.
A guerra fez de mim um velho quando eu era uma criança.

Em nome dos que tem coração.
Eu declaro guerra à estupidez.
Declaro guerra à desunião.
Declaro guerra à insensatez.

E mais uma vez...
A pomba branca manchada de sangue no céu voa.
Em direção ao horizonte na ponta do barco bem na proa.
E por fim leio a mensagem que diz.
‘’Amai uns aos outros como vos os amei. ’’
E siga rumo ao horizonte e saberei que serás feliz.

sábado, 20 de novembro de 2010

Lago de inverno



                                                                                                  

Pois bem, é tão difícil caminhar.
Com esse vento gelado no rosto.
Difícil é admirar o horizonte com um simples olhar.
E ao chegar à beira do lago, vejo que não ah vida lá esta tudo morto.

Luto ao redor de mim.
O frio corta meu peito em milhões de pedaços.
Olhando ao redor vejo que ainda não é o fim.
Algo congelado na água ainda com vida Nesta hora lembrou-me dos meus fracassos. 

Tenho o infinito em minhas mãos
Tenho toda a coragem dentro de mim.
Visito o lago de inverno às vezes.
Quando estou sem saída e não se enxerga o fim.

E no verão da esperança renovada.
No meu peito o lago descongela.
Sinto-me uma pessoa amada.
Mente limpa alma renovada.

Pois o inverno apenas passa por mim.
Não fica para sempre.
Assim que deve ser.
Alegria infinita em todo o amanhecer.

E assim vejo...
Luto ao redor da tristeza.
O frio vai embora e fica distante a milhões de quilômetros.
E só fica a paz e o amor que é onde eu tenho minha riqueza.

Milagre na rua do fracasso


O tempo corroeu desfigurou.
Foi muito cruel mesmo assim aquele ser humano o desafiou.
O menino a beira da calçada.
Dobra seu papel.
Mãos sujas olhos esbugalhados, trapos remendados.
Pois ele não é filho do coronel.
Vende-se a 50r$ centavos cada origami.
O pão que ali ganha todo dia na padaria.
Não é aquela maravilha.
Pois se quer algo bom tende-se pagar.
Pois se deseja ser feliz tem que se batalhar.
Pois na rua do fracasso ninguém é sortudo.
Na rua do fracasso todo mundo se veste de cinza.
Mulheres desarrumadas que não usam cinta-liga.
Das padarias por lá não se sente cheiro de pão.
Lá crianças não ouvem sermão.
Pois não se tem família pra dar ouvidos a eles.
E assim é a rua do fracasso.
Onde o acaso se fez um fim de mundo.
Mesmo em meio de tanta pobreza.
Onde não se vê alegria apenas tristeza.
O menino do origami traz luz.
Com seus origamis que brilham.
Faz musicas com seus pássaros de papel.
Que voam pelo céu.
E assim toda noite a rua do fracasso.
Torna-se a rua da alegria.
A rua da esperança.
Pois a paz mora dentro desta criança.
Então tudo que é simples se torna especial.
Todos ficam felizes, pois vendo toda a energia.
Dentro do menino, então a esperança cresce dentro de todos naquela rua.
Mas ao amanhecer tudo volta ao normal.
Mas uma coisa permanece.
Todos sabem que ao chegar à noite todos vão sorrir.
Pois sentiram a esperança dentro de si mesmo.
A esperança que um dia cada um por si mesmo se fará um milagre.
Como uma simples criança com olhos esbugalhados, trapos remendados.
E com papel na Mão vai moldando seu destino.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

a respeito do blog

bom pessoal ai estão algumas poesias e pensamentos meus..umas são recentes..outras não.
mas todas tem um significado que no decorrer do tempo vou explicando por aqui.
pois não uso muito bem meu tempo livre se não eu teria umas mil poesias e pensamentos aqui postados...rzss.
bom então é isso ai.
espero que gostem.pois tenho muito + tesouros guardados por aqui.em breve postarei letras de minhas musicas também.

forte abração a todos!


boa noite!

nova descrição

Procurei em vários lugares
Fui ate no fim do mundo e não encontrei
Perguntei para os sábios gênios.
Mas não puderam me ajudar.
Então andei dias e dias a procura.
Mas não encontrei a resposta.
De como pessoas especiais mudam nossa vida.
De uma forma inexplicável.
Então descobri que poderia achar a resposta dentro de mim mesmo.
E em um momento de reflexão pude perceber que..



Planando...
Depois de um salto voando
Queda livre no ar
Ou a beira mar apreciando a lua
Tão linda vejo, sorte sua
De ter um coração grande
Que se expande
Tão cortante
Constante
No meu dia a dia
Quem diria
Que você me traria tanta paz.
E fortalece minha vida
Tão querida
Em meu pensamento
A todo o momento
Segundo minuto
E o mundo
Torna-se pequeno e fica sem reação.
Comparado a bondade e simplicidade do seu coração.

o menino poeta e a menina dos olhos verdes

Quanto mais as horas passam
Quanto mais eu sonho acordado
Minha mente paralela segue na mesma.
Que um dia ainda estarei ao seu lado.

Pois a menina dos olhos verdes.
Chamou-me pelo nome.
Foi em um sonho real.
Onde se sentia sede e fome.

Fome de amor sede de estar com você.
Quem sabe você seja meu manto.
Que vai me proteger, ou logo se tornar meu bem querer.
E onde eu for seguirei proclamando sua beleza a cada canto.

E quando minhas esperanças para com você estiverem quase no fim.
Ou quando meus braços já fracos segurando flores no seu belo jardim.
Seguirei dizendo que em um ponto da minha vida.
Perdi-me em seu olhar, agora posso flutuar.
Pois aprendi a navegar no seu mar.
Que fica em águas nem quentes nem frias.
Veja bem. Meu bem.
O menino poeta que sonha acordado.
Com a menina dos olhos verdes.
Agora eternamente pode repousar.
Em um lugar onde nenhum homem pensou em chegar.

o caminhante

Sabe-se que só tenho um destino a chegar
Estreito difícil de caminhar.
Mesmo assim continuo a andar.
Há esse lugar onde para sempre quero morar.

Só Deus pode me deter a essa caminhada.
E deparando com vários saídas e entradas.
Fico confuso em alguns momentos.
Mas lembro que tenho você em meu pensamento.

Então você me deu forças para continuar.
Em cima de espinhos eu estava.
Mesmo triste ainda a esperança nela ainda eu acreditava.
Finalmente cheguei a tal ponto que pude sentir-me flutuar.

Cheguei ao meu destino onde lá pude repousar.
Lá me sinto calmo e tranqüilo.
Posso sonhar e voar.
Dormir suavemente porque lá provavelmente será o meu lugar.

algo que vou levar

Não é algo comum nem simples.
Não esta só de passagem veio pra ficar.
Virtudes certas para a pessoa certa.
E assim carrega consigo um coração bondoso que não tem medo de demonstrar.
 
Levo comigo o carinho
Que tenho por você
Algo que vou levar
Ate o dia que eu padecer.

Trazendo a paz e o amor em suas Mãos.
Você segue sempre feliz
Sem medo de viver
Assim que dever ser.

Siga assim levando o amor aonde for.
O mal não te alcançará.
Repouse no coração de quem te ama.
E leve suas virtudes que flui da beleza que emana.

infinita claridade


Como em uma simples manha.
Onde vejo pássaros voando para o norte atrás de comida e diversão.
Vejo também o mundo rodar de todas as maneiras.
Mesmo assim fixo apenas em uma direção.

Não domino o ar, nem o céu nem a terra.
Mas você me da forças e me auto-regenera.
Clareando meu caminho a toda hora.
Com mínimos detalhes de sua beleza e sua obra.

Não tive tempo de perguntar para as borboletas.
De onde vem tanta leveza e suavidade.
Nem tive mais forças e criatividade.
Para dizer ou expressar todas suas qualidades.

Agora que já estou entorpecido.
Clareia minha estrada porque andar sozinho é difícil.
Clareia meus passos que eu clareio seu coração com o calor do meu.
Pois com você minha tristeza foi embora já morreu.

Como em uma simples vida em que você faz parte dela.
Onde sei que estou em paz com que sinto.
Já estou entregue ao seu jeito delicado.
E o limite da minha fascinação pela sua essência se tornou o infinito.

decompondo

Manha:

Como ousa invadir meu espaço?
Corpo, pernas e braços, porque roubam ate meu cansaço?
Nem o sol nem o café da manha.
Nem o abraço da minha mãe ou irmã.
O tempo arrancou de mim.
Minha alegria que não tinha fim.
Sem fôlego nem forças sou empurrado.
Há um lugar onde a alegria é fabricada e eu triste e também embriagado.
O sol começa a queimar minha pele.
Minha boca começa a secar.
A manha chega ao fim e a tarde a chegar.

Tarde:

Como ousa arrancar meus olhos?
Roubar minha lembrança.
Queimar minha esperança.
Agora vem me deitando na grama.
Para que o sol me queime. E ainda você faz sua trama.
Então vejo minhas lembranças todas pelo ar.
Minhas lagrimas vão se secando com todo o calor que não se consegue imaginar.
Neutro como um objeto de valor, bem aventurados aqueles que vivem por nada.

Noite:

Como ousa roubar minha sombra?
Deseja-se luz venha ate mim.
Desejam-se glorias?Pois bem, então é preciso de muita honra.
Pois o calor que sinto no meu peito não é de hoje.
Nesta noite que não tem estrelas.
Que não tem lua.
Faça amor não guerra.
Pois a paz é minha e sua.
Espero que ao amanhecer.
Possa-te ver sorrindo novamente.
Espero que ao amanhecer possa-te beijar.
Sem que eu me decomponha.
Pois vivo de amor, alegria e paz. E minha alma é difícil de desmanchar. 
Vivo como a luz que há de chegar. Bem aventurados aqueles que sabem viver.

A paineira

Ao fim do inverno no inicio de um sono profundo.
Onde o tempo para e o encanto do amor me deixa mudo.
O sonho quase que real penetra na minha mente.
E você se torna real dentro de mim, nossos pensamentos entrelaçados e cada vez mais quente.

Ao inicio da primavera nossos corpos juntos como se fosse apenas um.
O vento calmo tocando a sinfonia da paixão, e nosso amor se tornando algo fora do comum.
Estamos deitados, amarados, sufocados, embriagados.
Apenas a paineira é testemunha do romance que nos deixa cada vez mais alucinados.

Leve como seus dedos tão leve como uma pluma.
A paina tão branca como neve cai sem pressa como o intervalo de sua respiração.
Uma alma abraçando a outra duas vidas unidas como as mãos e a luva.
Raios do sol tentando penetrar entre as nuvens e entre os galhos da paineira me enchendo de inspiração.

Então logo meu corpo se fortalece.
O dia nasce e minha esperança cresce.
De que um dia meus sonhos serão os seus.
E assim estará Lá a esperar.
A paineira firme e robusta em seu devido lugar.

Traços

Visualize apenas meu repouso.
Esquecendo que apenas vivo a te olhar.
Esquecendo do som dos pássaros que ouço.
E adulterando as leis do meu coração, seus traços sigo a admirar.

Sei que minhas estruturas são fracas como isopor.
E que meu brilho é quase fosco e apagado.
Mas é em você que encontro minha cor.
No nosso mar de estrelas, e com todo seu esplendor permaneço encantando.

Delicadeza combinada com toda paz que Deus moldou.
Grande leveza dos teus braços,lábios e olhos castanhos tantos encantos em mim exaltou.
Sua pele és meu manto que em cada canto já me sinto hipnotizado.
 E finalmente me encontro em seus olhares, leve como uma pluma e com o coração dominado.
Ao fim de uma noite meus olhos fixam nos seus últimos momentos em mim.
Seu perfume ficando fraco, o calor da sua pele já longe de mim. Tão triste é anunciado que já estou longe de ti.

Bailando com as estrelas

Inspire e respire... Como és bela.
E sentindo o cheiro da dama da noite.
Sinto seu coração bater.
E por fim sigo te olhando pela janela.

Mãos aos céus para pegar algumas estrelas.
Nas pontas dos pés para ficar mais perto de Deus.
Então você gira em torno do mundo.
E enxergo sua beleza em varias maneiras.

Caminho contigo na luz do luar.
Esqueço onde estou indo e onde queria estar.
Pés descalços na terra molhada.
Por esses caminhos sigo seu perfume e suas pegadas.

No quintal, no jardim da noite.
E bailando com as estrelas.
Vejo-te sorrindo, e dormindo em mim.
E você em meu peito escuto sua respiração e ate sua imaginação.

Alegre, triste, doente, com frio ou com sono.
Você segue a bailar. Na luz do luar.
E eu como recém-nascido nos seus braços quis ficar.
Como as estrelas perto da lua como assim ah de estar.