Conforme o conforto dos seus passos.
Conforme a cor do seu sangue.
Depois de certa altura.
Não me importo com nada que me zangue.
Levo má noticias.
Levo boa nova.
Mas sigo pasmo.
Olhando o horizonte em outrora.
‘’homem... Porque matares teus irmãos?’’
A guerra fez em minhas mãos.
Cartas de sangue a quem tem esperança.
A guerra fez de mim um velho quando eu era uma criança.
Em nome dos que tem coração.
Eu declaro guerra à estupidez.
Declaro guerra à desunião.
Declaro guerra à insensatez.
E mais uma vez...
A pomba branca manchada de sangue no céu voa.
Em direção ao horizonte na ponta do barco bem na proa.
E por fim leio a mensagem que diz.
‘’Amai uns aos outros como vos os amei. ’’
E siga rumo ao horizonte e saberei que serás feliz.
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